quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Minha INHAÚMA
Uma grande saudade.
Inhaúma,há muito tempo uma aldeia de índios tamoios.
Mais tarde um lugar ideal para a classe média.
Hoje,23 de julho,dia do seu aniversário,você pede socorro.
Solicita uma vida melhor para seu povo.
Você que já foi grande,marcada por grandes atividades comerciais.
Por onde passaram tantos produtos agropecuários vindos do interior.
Hoje com todo modernismo,sente saudades do passado..
Dos trens que corriam em seus trilhos,
Levando tantas pessoas sonhadoras e felizes.
Lembro de seus dois cinemas,Cine Cruzeiro e São João.,
Onde a juventude assistia filmes e sonhava com seus heróis e um futuro brilhante.
A realidade de hoje é uma maioria desassistida,com filmes verdadeiros.
Quem na nossa juventude não passou pelo Clube Português e pelo Everest Atlético Clube?
Cidade da música e dos velhos bailes de carnaval.
A música foi uma constante em meu bairro.
No conjunto dos músicos tudo se ouvia.
Como seu nome,inhume(,pássaro preto)que voava por onde quisesse,
Você passeia por nossos pensamentos com tantas lembranças marcantes.
Que São Tiago lhe traga de volta:
Nossos sonhos não vividos,
Nossa alegria perdida,
Nossa paz esquecida.
Meu Rio de muitas lembranças,de lindas praias,de muito encanto,mas também de muitos prantos.
Rio que tem mangueira,que tem Garota de Ipanema e ,maracanã
Todas essas lembranças queridas não podem se tornar marcos perdidos.
Meu Rio querido.Não deixe que a violência sobreponha-se a sua beleza.
Que os gemidos tristes jamais apaguem a sua resplandecência.
O ENTARDECER
Olhava lá de longe e via aquele fio de luz se indo.
Do alto daquele lugar lindo eu via tudo sumindo.
O sonoro cantar dos passarinhos fazendo coro para a Ave Maria.
O balançar das folhas ao pousar os passarinhos.
Olhava ao longe e as recordações do passado inundavam minha alma.
Estava embevecida com tanta beleza.Tudo era alegria.Tudo sorria.
E aquela cigarra cantava e cantava até o escurecer.
Com ela meu coração exultava de alegria ou tristeza,por não ser como ela, livre para chegar e partir.
Quando o sol foi-se escondendo do outro lado do mar,a noite adentrando com suas estrelas e quem sabe a lua branca chegasse.
Eu ,como a noite que o destino me reservara,chorava uma grande distância,um grande amor.
As opcões de vida eram tão distintas,como aquelas estrelas que pareciam vir ao meu encontro.
Olhando-as,ouvindo a cigarra e ave maria,eu esperava que um novo dia surgisse.
Um lindo dia,onde a vida fosse nascendo também em minha alma.
Olhava lá de longe e via aquele fio de luz se indo.
Do alto daquele lugar lindo eu via tudo sumindo.
O sonoro cantar dos passarinhos fazendo coro para a Ave Maria.
O balançar das folhas ao pousar os passarinhos.
Olhava ao longe e as recordações do passado inundavam minha alma.
Estava embevecida com tanta beleza.Tudo era alegria.Tudo sorria.
E aquela cigarra cantava e cantava até o escurecer.
Com ela meu coração exultava de alegria ou tristeza,por não ser como ela, livre para chegar e partir.
Quando o sol foi-se escondendo do outro lado do mar,a noite adentrando com suas estrelas e quem sabe a lua branca chegasse.
Eu ,como a noite que o destino me reservara,chorava uma grande distância,um grande amor.
As opcões de vida eram tão distintas,como aquelas estrelas que pareciam vir ao meu encontro.
Olhando-as,ouvindo a cigarra e ave maria,eu esperava que um novo dia surgisse.
Um lindo dia,onde a vida fosse nascendo também em minha alma.
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